quarta-feira, 29 de junho de 2022

BERESHIT/GÊNESIS 2 - Targum de Jerusalém

BERESHIT/GÊNESIS 2

E foram terminados as criaturas dos Sh’maia’, e todo os exércitos foram concluídos 2 E ele terminou no dia sete a obra que fizera, e cessou no dia sete toda a sua obra, que tinha feito. 3 E ‘Eloqim bendisse o dia sétimo mais do que os demais dias da semana, e o separou; que nele fez Shabta’ (cessou) de toda a sua obra que ‘Eloqim criou e tinha vontade de fazer. 4 Estas são as origens dos Sh’maia’ e da Terra, quando eles foram criados, no dia em que fez ייי’ Eloqim a Terra e os Sh’maia’. 5 E todas as árvores do campo ainda não estavam na terra, e todas as ervas do campo ainda não brotavam; porque ainda ‘Eloqim ייי não tinha feito chover chuva sobre a Terra, e não havia homem para lavrar o solo. 6 Mas uma nuvem carregada descia do Trono da Majestade e foi cheia das águas do oceano e depois subia da Terra, e deu a chuva e encharcou todas as faces do solo. 7 E criou ‘Eloqim ייי o homem com duas inclinações; e levou o pó do lugar do Bet Miqdhash e dos quatro pontos cardeais do Mundo, e misturou de todas as águas do Mundo, e o criou moreno, negro e branco, e soprou em suas narinas o alento da vida e havia alento no corpo do homem pela Rokha’ que fala, para a iluminação dos olhos e o ouvir dos ouvidos9 . 8 E foi plantado com o Memra’ de ייי’ Eloqim um jardim vindo do ‘Edhen para os justos, antes da criação do Mundo, e ele o fez para habitação do homem quando ele o criou. 9 E ייי’ Eloqim fez crescer do solo toda a árvore desejável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, cuja altura distava quinhentos anos e a árvore de cujo fruto quem comesse distingue entre o bem e o mal.10 10 E saía um rio do ‘Edhen para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços de rios. 11 O nome do primeiro é Pishon; este é o que rodeia toda a região da Índia, que ali há ouro. 12 E o ouro dessa região é escolhido; ali há o bdélio, e pedras preciosas de berilo. 13 E o nome do segundo rio é Gichon; este é o que rodeia toda a região de Kush (Etiópia). 14 E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates. 15 E ייי’ Eloqim conduziu o homem da montanha do serviço, lugar onde ele foi criado e fez ele habitar ali no jardim do ‘Edhen para fazer o serviço com a ‘Awraitá e para guardar o seu mandamento.11 16 E ordenou ייי’ Eloqim a respeito do homem, dizendo: “De todas as árvores do jardim o comer comerás, 17 mas da árvore de cujo fruto os que comem são sábios para conhecer entre o bem e o mal, não poderás comer de sua porção; porque no dia em que tu comeres, tu serás culpado de morte”. 18 E disse ייי’ Eloqim: “Não é correto que o homem esteja dormindo sozinho; farei que venha para ele uma mulher que seja um suporte diante dele.12 19 E ייי’ Eloqim criou do solo todos os seres do campo, e todas as aves dos Sh’maia’, e os trouxe ao homem, para ver como os chamaria os seus nomes; e todo ser vivo que o homem chamou, isso foi o seu nome. 20 E o homem chamou os nomes a todas as bestas, e todas as aves dos Sh’maia’, e todos os animais do campo; mas para o homem ainda não se achava um suporte diante dele.13 21 E ייי’ Eloqim fez cair um sono profundo sobre o homem, e ele dormiu; e tirou uma das suas costelas, e foi a décima terceira costela do lado direito, e cerrou a carne no lugar; 22 e ייי’ Eloqim construiu da costela que tomou do homem, tornou mulher, e trouxea ao homem. 23 E disse o homem: “Desta vez, e não mais, a mulher foi criada do homem. Assim, porque ela foi criada de mim: o osso dos meus ossos, e carne da minha carne; por isto eis que será chamada mulher, que ela foi tirada do homem. 24 Por isso deixará o homem e se separará do leito do seu pai e da sua mãe, e se associará à sua mulher, e se tornarão os dois uma carne.”. 25 E os dois eram sábios, o homem e a sua mulher; e não esperavam reconhecimento.

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9 Targum Fragmentário: E o homem foi feito ser de vida

10 Targum Fragmentário: E a árvore do conhecimento, que qualquer que comer de sua porção sabe discernir por si só entre o bem e o mal 

11 Targum Fragmentário: E tomou 'ה’ Elohim o homem e o fez habitar no jardim do ‘Edhen para fazer o serviço com a ‘Awraitá e para guardar. 

12 Targum Fragmentário: farei para ele uma esposa similar a ele 

13 Targum Fragmentário: e para o homem não se achava uma esposa similar a ele.

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BERESHIT/GÊNESIS 1 - Targum de Jerusalém

BERESHIT/GÊNESIS 1

1 Desde a Eternidade ‘Eloqim criou os Sh’maia’ e a Terra2 . 2 E a Terra estava um caos absoluto e despovoada dos filhos dos homens, e sem todos os animais; com escuridão sobre as faces das profundezas; e a Rokha’ da compaixão de diante de ‘Eloqim soprou as faces das águas.3 3 E disse ‘Eloqim: “Haja Luz para iluminar o mundo”; e imediatamente houve Luz. 4 E viu ‘Eloqim que a Luz era boa; e fez ‘Eloqim separação entre a luz e entre as trevas. 5 E ‘Eloqim chamou à luz Dia, e o seu servo trabalha nele, os habitantes do Mundo; e às trevas chamou Noite, e o seu servo repousa nela, a criatura. E foi tarde e foi manhã, dia um.4 6 E disse ‘Eloqim: “Haja um firmamento no meio das águas, e houve separação entre as águas acima e as águas abaixo”.5 7 E fez ‘Eloqim o firmamento, a espessura de três dedos, entre os lados dos Sh’maia’ para as águas do oceano, e fez separação entre as águas que estavam abaixo do firmamento e entre as águas que estavam acima na expansão do firmamento; e assim foi. 8 E ‘Eloqim chamou ao firmamento Sh’maia’, e foi a tarde e a manhã, dia dois6 . 9 E disse ‘Eloqim: “Que venham a ser reunidas as águas debaixo dos Sh’maia’ para um lugar; e reúna-se a terra e que apareça seca”; e assim foi. 10 E chamou ‘Eloqim à terra firme Terra; e às reuniões das águas chamou Mares; e Eloqim viu que era bom. 11 E disse ‘Eloqim: “Que terra produza relva, que nela a semente seja vista; e árvore que dê fruto segundo a sua espécie, que sua semente esteja nela sobre a Terra”; e assim foi. 12 E saiu da terra erva gramínea, cuja semente era vista, e árvores dando frutos pelas suas espécies; e Eloqim viu que era bom. 13 E foi tarde e foi manhã, dia três. 14 E disse Eloqim: “Haja luminares no firmamento dos Sh’maia’, para distinguir entre o dia e entre a noite; e sejam eles para sinais e para as convocações de moadhin (tempos designados) e para numerar por eles o cálculo dos dias, e para separar as primeiras luas (Rosh Chodhesh), e os inícios de anos (Rosh haShaná), as últimas luas, os términos dos anos, o ciclo do sol, a aparição da lua e as estações.7 15 E sejam luminares no firmamento dos Sh’maia’, para iluminar sobre a terra”; e assim foi. 16 E fez ‘Eloqim os dois grandes luminares, e eles eram iguais em majestade vinte e um anos, a diferença deles era seiscentos e dois e setenta partes de uma hora. E depois disso a lua recitou contra o sol um relatório falso e ela foi diminuída, e a contagem do sol foi apontada como luminar maior para governar o dia, e a lua para ser luminar menor para governar a noite; e as estrelas. 17 E ‘Eloqim os ordenou nas suas expansões no firmamento dos Sh’maia’ para iluminar sobre a Terra, 18 e para governar no dia e na noite, para fazer separação entre a Luz do dia e a escuridão da noite; e ‘Eloqim viu que era bom. 19 E foi tarde e foi manhã, dia quatro. 20 E disse ‘Eloqim: “Enxamem as águas de seres viventes; e voem as aves, e que seus ninho estejam sobre a Terra e sobrevoem sobre o ar do firmamento dos Sh’maia’”. 21 E ‘Eloqim criou os grandes crocodilos, o leviatan, e o seu companheiro, que estão preparados para o dia da ressurreição e todo fôlego de vida rastejantes das águas pelas suas espécies, espécies puras e espécies não puras; e toda a ave de asas segundo as suas espécies, espécies puras e espécies não puras; e ‘Eloqim viu que era bom. (22) 23 E foi tarde e foi manhã, dia cinco. 24 E disse ‘Eloqim: “Que saia da lama da terra seres criados pela sua espécie, espécies puras e espécies não puras; bestas, seres rastejantes e criaturas da Terra pela sua espécie”; e assim foi. 25 E fez ‘Eloqim os seres da Terra pela sua espécie, espécies puras e espécies não puras e as bestas conforme a espécie dela, todos os seres rastejantes da Terra pela sua espécie, espécies puras e espécies não puras; e ‘Eloqim viu que era bom. 26 E disse ‘Eloqim aos Mala’khi’ que ministravam diante dele, que foram criados no dia dois da Criação do Mundo: “Façamos o homem com a nossa imagem, com a nossa semelhança; e eles tenham autoridade sobre os peixes das regiões das águas, e sobre as aves que voam os Sh’maia’, e sobre as bestas, e sobre toda a Terra e sobre todos os seres que rastejam sobre a terra”. 27 E ‘Eloqim criou o homem à sua semelhança, à imagem de ‘Eloqim o criou; com duzentos e quarenta e oito órgãos, com trezentos e sessenta nervos, os cobriu com pele e os encheu de carne e sangue; macho e fêmea em suas raças os criou.8 28 E ‘Eloqim os bendisse, e ‘Eloqim disse a eles: “Prevalecei e criai limites, e enchei a terra de filhos e filhas, e prevalecei sobre suas possessões; e dominai nas regiões das águas e sobre as aves dos Sh’maia’, e sobre todo ser que rasteja sobre a terra”. 29 E disse ‘Eloqim: “Eis que tenho dado a vós toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore infrutífera para construções e queima, e árvore em que há semente no fruto após seu tipo, será para mantimento a vós. 30 E para todo ser vivo da terra, e a toda a ave dos Sh’maia’, e todo que rasteja sobre a terra, em que há fôlego de vida, toda a erva leguminosa eu dou”; e assim foi, 31 e ‘Eloqim viu que era bom. E foi tarde e foi manhã, dia seis.

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2 Targum Fragmentário: Com a sabedoria 'ה criou os Sh’maia’ e a Terra. [Ver e comparar (Lucas 11:49 com Mateus 23:34), ( A Sabedoria de YHWH = Memra de YHWH = Yeshua HaMashiach) ]. [  ] Grifos do autor do blog.

3 Targum Fragmentário: E a Terra estava um caos absoluto e despovoada dos filhos dos homens, e sem todos os animais; e a Rokha’ da compaixão de diante de 'ה estava soprando sobre as faces das águas. 

4 Targum Fragmentário: E foi tarde e foi manhã, a ordem da obra no princípio, dia um.

5 Targum Fragmentário: “E haja um firmamento entre as águas acima e as águas abaixo”. 

6 Targum Fragmentário: E foi tarde e foi manhã, a ordem da obra no princípio, dia dois. 

7 Targum Fragmentário: “E sejam por sinais e por moadhin, e separar com eles o início das luas e anos.

8 Targum Fragmentário: E o Memra’ de 'ה criou o homem à sua semelhança, à imagem de diante de 'ה o criou; o macho com seu par os criou.

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terça-feira, 28 de junho de 2022

Introdução - Targum de Jerusalém

 

INTRODUÇÃO

O Targum1 de Jerusalém (também conhecido como Targum Pseudo-Jônatas) é um targum ocidental da Torá (Pentateuco, Lei de Moisés) preservado na terra de Israel (o targum oriental preservado na Babilônia é chamado Targum Onkelos). O título correto é Targum de Jerusalém, que é como ele era conhecido nos tempos medievais, mas por causa de um erro foi rotulado Targum Jônatas, em referência a Yonatan ben Uziel. Algumas edições do Pentateuco continuam a chamá-lo de Targum Jônatas até hoje.

O Talmud relata que Yonatan Ben Uziel, supostamente um estudante de Hillel, realizou uma tradução aramaica dos Profetas. O Talmud não faz nenhuma menção de qualquer tradução por ele da Torá (Lei de Moisés). Assim, a maioria dos estudiosos acreditam que este Targum não é de Yonatan Ben Uziel. Por estas razões, os estudiosos chamam de "Targum Pseudo-Jônatas". Por outro lado, conforme John Etheridge, a evidência interna das duas obras (profetas e Torá) sugere que as duas obras possuem um mesmo autor.

Existiam dois manuscritos desse targum, apenas um permaneceu e se encontra atualmente no Museu Britânico e foi publicado pela Ginsburger em 1903. Este targum é mais do que uma mera tradução, ele inclui muito material coletado de diversas fontes antigas, bem como material anterior ao Talmud. Por isso, é uma combinação de um comentário e tradução. Nas partes onde é a tradução pura, muitas vezes concorda com o Onkelos.

Além do texto do Targum de Jerusalém, a presente obra adotou o texto dos targumim fragmentários, que são exemplares do tipo de targum chamado palestino, consistindo de fragmentos de textos que eram variantes do texto majoritário dos targumim chamados palestinos. Todas as vezes esses textos são citados em notas de rodapé, à excessão de passagens muito semelhantes ao Targum de Jerusalém, nestes casos se evitou a repetição desnecessária.



TRANSLITERAÇÃO DE NOMES


Nesta obra os nomes bíblicos são transliterados conforme o texto original, sendo transliterado conforme o hebraico bíblico, ou o texto aramaico. Adotou-se a massorá (vocalização das palavras) hebraica para diversos termos que possuem a mesma grafia das palavras hebraicas, no caso de termos aramaicos adotou-se a massorá oriental ou o que se assemelha ao termo em questão. O leitor precisa se familiarizar com as regras de transliteração do idioma para uma leitura mais correta dos nomes. Não aapenas nomes próprios foram transliterados, mas nomes que estejam relacionados a um entendimento mais correto do texto, como por exemplo, os nomes Sh’maia’ (Céus), Mala’khi’ (anjos), entre outros. O leitor pode usar o glossário que se encontra no final da obra para compreender determinados termos.

A correta pronúncia de termos hebraicos requer um entendimento de regras de transliteração. Entretanto, de uma forma geral o leitor pode usar as seguintes regras: todas as vezes que o texto possuir as letras “tz” (como em tzadiq) é equivalente ao “tz” em “blitz”; palavras que possuem as


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  1. O termo targum significa “tradução”, e é utilizado para se referir a certas traduções judaicas feitas das escrituras hebraicas para o aramaico. Nem toda tradução é chamada de Targum, apenas certos tipos textuais que se popularizaram entre os judeus.

letras “sh” devem ser lidas como o som de “ch” (como chiar); palavras que possuem as letras “ch” devem ser lidas como o som gutural do ch alemão, como em “Bach”. O h, quando aparece no texto, sempre indica um som aspirado. Algumas palavras possuem um apóstrofo (‘) e podem indicar três coisas: 1) A ausência de vogal em uma sílaba, indicando que a letra possui som mudo 2) A presença do “alef” 3) A presença do “ayin”; nos dois últimos casos é imprescindível que o leitor conheça as regras de pronúncia desses termos, um leitor desabituado pode ignorar o apóstrofo e apenas pronunciar a palavra ignorando o sinal, entretanto para uma leitura mais correta deve aprender as regras para a transliteração de nomes hebraicos. Devido à dificuldade que alguns possuem em relação à pronúncia desses termos, manteve-se o seguinte modelo: quando um termo aparece pela primeira vez no texto, ele é seguido pelo termo coloquial, por exemplo, o termo Mosheh é seguido no início do parágrafo pelo termo Moisés entre parêntesis, assim os demais termos mantêm a pronúncia hebraica transliterada, que o leitor pode optar. Alguns termos não possuem essa regra, devido ao pouco uso que se faz dele no texto, nesse caso o leitor desabituado pode fazer uso do glossário.

O termo aramaico “Memra” é um nome composto da raiz “’amar”, em aramaico “falar”, e significa o “ato de falar”, “estar falando”, “dizendo”, e é usado em diversas passagens juntamente com o nome divino. O termo “Memra” no Targum é um sinônimo para o próprio nome divino. De acordo com o pensamento judaico, a “Palavra” era uma representação da mente e da vontade divina, denota a ação de Deus, os propósitos divinos, etc. O nome divino é comumente usado em relação à Memra’. No targum Yonatan encontra-se a forma trilítera: (ייי), é uma repetição do nome divino três vezes (deve ser lido como יהוה יהוה יהוה, transliterado como YHWH YHWH YHWH, ou Yahweh, Yahweh, Yahweh) e é uma força de expressão. O termo “Deus” no targum é ‘Eloqim, uma versão do hebraico “’Elohim”. Ou ainda ‘Eloqa’, do hebraico ‘Eloá.



ALERTA PARA O USO COMO TEXTO SAGRADO


O Targum de Jerusalém não deve ser utilizado como texto sagrado. O entendimento do targum a respeito do texto hebraico pode parecer confuso para alguns, entretanto é uma leitura antiga e a visão pessoal de um grupo religioso a respeito de diversos temas. O Targum traduz o texto hebraico com ampla liberdade, interpretando o texto mais do que traduzindo literalmente, além de incluir no texto tradições judaicas diversas. Alguns versos são apenas traduções literais do texto hebraico, outros são explicações ou interpretações do texto segundo o entendimento de antigos grupos judaicos, e muitas das vezes contraditórias ou confusas. Assim o entendimento religioso que um grupo possuía em dado momento histórico não necessariamente é o mesmo que grupos antigos teriam. Levando-se em conta todos esses fatores, o leitor deve usar o presente texto como fonte de estudo e pesquisa, mas deve ter cuidado ao extrair doutrinas que venham a influenciar seus costumes e comportamentos, pelo menos de forma maliciosa. Por outro lado, um leitor sensato pode extrair do texto uma fonte de bons conselhos que o levem a uma conduta de paz, amor e compreensão para com seu semelhante.



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Índice Geral - Targum de Jerusalém

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